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Rover Regional

A Carta de S. Paulo aos Filipenses entregue à Comunidade Claudio apelava à necessidade de viver em comunidade, promovendo a alegria entre todos.

Foi com este espírito que a Comunidade decidiu entregar-se a uma actividade de serviço votada para os mais desfavorecidos, com o objectivo de proporcionar um fim de semana de alegria e vivência em comunidade.

Feita a pesquisa inicial das oportunidades de intervenção no núcleo de Fafe, foi escolhido o Lar da Criança, em Revelhe (Fafe). Esta é uma Instituição que acolhe crianças em risco, tendo cerca de 30 miúdos à sua guarda.

Assim, depois de algumas reuniões preparatórias, incluindo duas no local, no passado sábado dia 26 de Julho, a comunidade rumou até Fafe para a realização da sua actividade. Conforme planeado e de acordo com a Instituição, a actividade tinha duas vertentes: uma de serviço mais fisico, de trabalho prestada à instituição e outra de proporcionar um dia de brincadeira e alegria às crianças e jovens do Lar.

O dia começou com um jogo para ambientar o grupo, em que com um novelo de fio fomos construindo uma teia que simbolizava a ligação que iniciávamos naquele momento a construir. Ninguém imaginava que seria uma ligação tão forte, como no final se sentiu.

O resto da manhã foi passado com parte do grupo a tratar das limpezas da fachada do edifício e janelas e a outra parte com duas oficinas preparadas para os miúdos. Assim que chegou a hora do almoço, preparado pelas cozinheiras da Instituição, todos correram para a mesa já com um sorriso estampado no rosto.

A pós o almoço, todos se deslocaram para o recinto de uma pequena escola primária desactivada (está entregue aos escuteiros de Revelhe para actividades), na qual se deselvolveram um conjunto de jogos activos com equipas formadas por Caminheiros e Crianças, os quais fizeram todos correr e saltar de alegria.

Estávamos já a caminhar para a hora do jantar, não sem antes fazermos a montagem das tendas, com todos os miudos a dar a sua contribuição.

Começaram já os preparativos para o jantar. Entretanto as equipas aproveitaram para preparar as apresentações do Fogo de Conselho. O objectivo era que também aqui todos entressem no jogo fizessem por aprofundar o imaginário de S. Paulo e do dia vivido em comunidade.

Com tanta actividade durante o dia, o jantar foi um merecido conforto para o corpo esgotado. Os cozinheiros e assadores da carne fizeram também um óptimo trabalho. Eles comeram tudo.

O Fogo de Conselho iniciou-se sem grandes demoras pois os nossos convidados tinham hora imperativa para regressar ao Lar – 22:30h. Por entre canções e aplausos escutistas, todas as equipas apresentaram uma peça enriquecida com o imaginário da actividade. Inclusive houve um grupo que conseguiu representar a conversão de S. Paulo em que os protagonistas foram as crianças do Lar. Foi espectacular, com representações, canções, versos e muita animação.

O Fogo de Conselho terminou com um agradecimento por parte da Comunidade Claudio àqueles que nos receberam com simpatia e por parte do Lar pelo facto de proporcionarmos este dia de alegria às crianças.

Às 22:30 os meninos regressaram ao Lar, conforme combinado.

No Domingo o dia começou bem cedo. A alvorada foi às 7:00, seguida da desmontagem de campo e limpeza das instalações. Às 8:20 estavamos todos bem fardados à porta da igreja para participar na missa da paróquia. Foi uma participação activa, com acólitos e leitores. Em seguida fomos novamente ao Lar onde nos ofereceram o pequeno almoço.

No final reunimos novamente toda a comunidade no exterior para a despedida e canção do adeus. Foi um momento comovente para todos e viam-se as emoções nas vozes, nos olhos e nos beijos e abraços entre todos.

Neste fim de semana, deixamos de facto o mundo um pouco melhor!

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