O verdadeiro rebelde

Como estou farto que me digam que sou demasiado brando com a vida, que tenho de ser mais rebelde, enfim que sou demasiado certinho, decidi demonstrar a todos e todas que o verdadeiro rebelde alfa do sítio, sou eu. Eu sei que já fiz isso “enes” vezes, pronto só duas. Esta sendo a terceira vez, e como é de conhecimento geral, a terceira é de vez. Aliás o número três é frequentemente usado para marcar o fim de um ciclo, com em ela perdeu os três. Certo!?

Uma vez mais poderia enumerar as minhas façanhas, aquelas que fazem de mim, um verdadeiro rebelde. Mas achei por bem, poupar-vos, porque bem sei que nunca mais encarariam a rebeldia com os mesmos olhos e não gosto de me gabar. Pronto, Só um cheirinho a rebeldia. Há quinze dias pisei a relva quando esse acto de pura malvadez era estreitamente proibido. Mais, ontem não comi a sopinha toda, e a mama proibiu-me de comer o doce. E sabem o eu fiz? Comi-o na mesma. Ah pois! Quem é o rebelde?

Falando agora da mamã, há quem diga que sou o menino da mamã, e a isso respondo com toda a prontidão: Sou e depois!? Tens inveja? Uma coisa certa, se há uma pessoa que merece toda a minha dedicação, é a minha mãe. Por muitas rebeldias que faça, por muito que a desiluda, a minha mãe, é e será a pessoa que sempre me apoiará e que nunca deixará de gostar de mim. Por isso, sou menino da mama e com muito gosto.

Voltando a rebeldia. Essa palavra começa a irritar-me sinceramente e me leva a pensar seriamente a partir para a violência. Só não o faço, porque quem costuma usar esta palavra, ou o termo rebelde, são lindas meninas. O pior é que nunca se viraram para mim e disseram: vem M@rkito, vamos lá fazer umas rebeldias. Isso sim, seria de louvar. Mesmo assim e como sou uma pessoa pacífica, pensei numa alternativa a violência. Para começar fazia-lhes uma espera, a que se seguiria um jantarinho, depois talvez um passeio ao luar e para concluir um espalhamento de magia. Que acham?

Para finalizar, e para demonstrar que eu sou o verdadeiro rebelde, vou deixar uma pergunta no ar. Antes de coloca-la e para introduzi-la peço-vos que sigam o meu peculiar, mas não menos certíssimo, raciocínio. A rebeldia tem traços de inconformismo. Certo!? O inconformismo é o facto de lutar e fazermos o contrário das maiorias. Correcto!? Então não ser rebelde, numa época em que todos caminham para a rebeldia, em todos querem sair da normalidade, não será em si uma rebeldia?

Ensaio sobre o Amor

Desde dos primórdios dos tempos, que o amor existe. Foi por amor que Adão tocou no Fruto Proibido e foi banido do Reino dos Céus. Foi por amar Eva, que perdeu o direito a estar no Jardim de Éden. Foi também por amor, que a mítica cidade de Tróia, outrora grandiosa, foi sitiada pela maior aliança mediterrânica jamais vista, e depois destruída.

O amor é o tema central das nossas vidas. Está presente em todo o lado. Rodeia-nos. Encontramo-lo no ar que respiramos, na água que bebemos, nos aromas que sentimos, na luz que vemos, e em tudo em que tocámos. A vida do Homem é definida por este sentimento, por uma busca incessante. O amor é o santo graal que todos procuramos, mas nem todos encontramos.

Mas afinal, o que é isso do amor!? Será um botão de rosa? Algo que pode nunca vir a desabrochar, ou algo que tornar-se-á muito belo e único? E, como uma palavra tão pequena, consegue ser tão poderosa? Por muito que eu quisesse explicar o amor, é impossível porque só o entende quem o vive ou quem o sente. O amor é o que o homem sente pela mulher e que lhe atormenta a mente e o corpo em maior ou menor extensão; conduz muitos a um impasse, a um escândalo ou a uma tragédia; mais raramente, ilumina a vida e faz o coração dilatar-se e transbordar de felicidade. Mas também Há quem diga que o amor foi uma conspiração engendrada pelos homens contras as mulheres, para lhes encher as cabeças de sonhos tontos e impossíveis.

Antes de prosseguir, acho de extrema importância, desmistificar o verbo gostar, no contexto do amor, que é tantas vezes usado para exprimir um sentimento entre duas pessoas, mas como dizia um professor meu: “As pessoas não se gostam. Amam-se ou odeiam-se.” É também importante lutar contra a banalização do amor e lutar para o fim da comercialização deste sentimento. Não será o Dia dos Namorados, uma tentativa desesperada de comprar o amor!?

Existem vários tipos de amor, entre quais o amor platónico, o amor ódio, o amor amizade, o amor paixão e finalmente o amor romântico. Vou tentar explica-los, mas como é obvio a minha interpretação poderá não ser aceite por todos, porque somos todos únicos e sentimos de forma diferente.

O amor platónico é triste, vivido a sentido único, porque infelizmente não é correspondido. E neste jogo do “amo-te e tu amas-me?”, não só as mulheres, mas também os homens sonham acordados. Tanto que por vezes têm medo de acordar e confrontarem-se com a triste realidade do amor solidão. No entanto, e formos mesmo ao cerne da questão, este amor, quando não é demasiado obsessivo, pode ser sublime. Isto é, damos tudo o que temos, mesmo sabendo que nunca seremos correspondidos. Esse gesto de amor torna-se quase heróico.

O amor ódio é sentimento muito complexo. É a ténue fronteira entre o amor e o ódio, a passagem do amor para o ódio e vice-versa. Estes sentimentos tão opostos são na realidade muito similares. O ódio é muitas vezes um amor odiável, ou seja, um sentimento tão forte e tão vincado que não podemos ignorá-lo. E se não podemos amar, então odiamos.

O amor amizade é que mais comummente sentimos. A amizade é simplesmente o amor entre dois amigos. A verdadeira amizade é intemporal. Podemos estar afastados dos amigos há muito tempo, mas quando nos reencontrámos, é como se nunca nos tínhamos afastado.

Na paixão o envolvimento emocional é muito forte e é o primeiro passo para o verdadeiro amor. É também neste rodopio sentimental que conquistamos, que nos rebelamos contra nós próprios e mostrámos o nosso lado mais apaixonado. O amor paixão é poético e com traços de romantismo. Somos capazes de escrever coisas lindíssimas, coisas que por outras alturas, a razão não deixaria transparecer. “Contigo senti-me poderoso e fraco ao mesmo tempo. Como se tivesse atingido o inatingível. Mas sabes, as flores murcham, as folhas caem, e há estrelas que deixam de brilhar. Cada começo tem um fim. Mas o que senti, sinto e sentirei por ti, nunca se apagará. Amar-te-ei para além da morte.” Mesmo assim e pessoalmente não acredito na durabilidade do amor paixão. Esta linda fase, Este sentimento é fugaz e o verdadeiro amor não é efémero, é eterno.

O amor romântico é aquele em que todos sonhamos. É o verdadeiro amor em todo o seu esplendor. Quando amamos e somos amados, atinge-se o inatingível, somos fracos e poderosos ao mesmo tempo. Ele tem o poder incrível de mover montanhas. Os únicos momentos verdadeiramente importantes são quando estamos com quem amamos.

Por isso, amam muito e sejam muito amados.

Amar…

… É querer fugir e não querer voltar.

… É sonhar e não querer acordar.

… É atingir o inatingível só com um olhar.

… É ser onde a lua abraça o mar.

… É ser uma estrela e procurar um céu para brilhar.

… É perder me nos teus olhos e não saber como me encontrar

… É gritar o amor só com um olhar

Bonito!? Não!?

Como ando numa de muito romântico, não preocupem que isto passa, (acho eu! Espero eu!), vou vos presentear com um excerto da minha obra-prima (e única). Para contextualizar o texto: o protagonista perdeu a amada de forma trágica, e está agora no funeral. Sempre que leio isto tenho vontade de chorar. E digo para mim mesmo, fui que escrevi isto? Estava mesmo inspirado.  

“O dia do funeral é das piores recordações que tenho. Todos choravam, os familiares, os amigos, os colegas de curso. A Rita e a Elisabeth estavam inconsoláveis. Quase não falei nesse dia, e estava segundo me contaram, com um brilho estranho, ardia o fogo da vingança no meu olhar. Ainda me lembro do cheiro das flores e do bilhete que deixei na sua última morada. O bilhete dizia:

“Contigo sentia-me poderoso e fraco ao mesmo tempo. Era como se tivesse atingido o inatingível. Mas sabes, as flores murcham, as folhas caem, e há estrelas que deixam de brilhar. Cada começo tem um fim. Mas o que senti, sinto e sentirei por ti, nunca se apagará. Amar-te-ei para além da morte.”

Nesse dia percebi que a vida não era nem branca nem preta, mas sim tristemente cinzenta. A nossa existência resume-se à vida ou à morte. E ao caminho que percorremos de um lado ao outro. Nunca mais fui visitá-la, tê-la tão perto mas ao mesmo tempo tão longe seria doloroso demais.”

In Jack, Marco P.Faustino  

Dissertação sobre o amor

eu-queria-ser-amor-geisa.jpgO amor é o que o homem sente pela mulher e que lhe atormenta a mente e o corpo em maior ou menor extensão; conduz muitos a um impasse, a um escândalo ou a uma tragédia; mais raramente, ilumina a vida e faz o coração dilatar-se e transbordar de felicidade. Mas também Há quem diga que o amor foi uma conspiração engendrada pelos homens contras as mulheres, para lhes encher as cabeças de sonhos tontos e impossíveis. Mas afinal, o que é isso do amor!? E, como uma palavra tão pequena, consegue ser tão poderosa? Por muito que eu quisesse explicar o amor, é impossível porque só o entende quem o vive ou quem o sente. Existem vários tipos de amor, entre quais o amor platónico, o amor paixão e finalmente o amor romântico. Vou tentar explica-los, mas como é obvio a minha interpretação poderá não ser aceite por todos, porque somos todos únicos e sentimos de forma diferente.O amor platónico é triste, vivido a sentido único, porque infelizmente não é correspondido. E neste jogo do “amo-te e tu amas-me?”, não só as mulheres, mas também os homens sonham acordados. Tanto que por vezes têm medo de acordar e confrontarem-se com a triste realidade do amor solidão. No entanto, e formos mesmo ao cerne da questão, este amor, quando não é demasiado obsessivo, pode ser sublime. Isto é, damos tudo o que temos, mesmo sabendo que nunca seremos correspondidos. Esse gesto de amor torna-se quase heróico.Na paixão o envolvimento emocional é muito forte e é o primeiro passo para o verdadeiro amor. Pessoalmente não acredito na durabilidade do amor paixão. Este sentimento é fugaz e o verdadeiro amor não é efémero, é eterno. O amor romântico é aquele em que todos sonhamos. É o verdadeiro amor em todo o seu esplendor. Quando amamos e somos amados, atinge-se o inatingível, somos fracos e poderosos ao mesmo tempo. Ele tem o poder incrível de mover montanhas. Os únicos momentos verdadeiramente importantes são quando estamos com quem amamos.

Por isso, amam muito e sejam muito amados.

 dar_amor.jpg

The Phantom of The Opera

Este filme não é um musical, mas sim o musical. Esta obra de Andrew Loyd Webber, foi brilhantemente transportada para o grande ecrã. O fantasma, protagonista deste filme, é incarnado por Gerard Butler. Já o vimos em peliculas como Reign of Fire ou Tomb Raider, mas sempre com pape.is secundários. Recentemente protagonizou o Rei Leonidas, no grande filme 300.

 

Oiçam este tema.Simplesmente magnifico.

De regresso

Faz hoje, precisamente, 2 meses que postei pela ultima vez. O que é imperdoável, mas de certo modo desculpável. É que tenho tido uns problemas com a minha net. Esta porcaria está constantemente a ir abaixo. Também entrei no dificil papel da vida dupla. De dia trabalhador e à noite, estudante. Alias, eu deveria estar a estudar, tenho uma frequencia na quinta. Como podem calcular, o tempo é um luxo a que não tenho tido direito.

Aos que têm visitado o meu blog, peço mais uma vez desculpa. E prometo solenemente perante vós,  escrever muita mais frequentemente.

Um abraço,

M@rkito

Os Contos Infantis

Um estudo recente demonstrou que os contos infantis, ou contos de fadas, podem ser prejudiciais para a sanidade mental das crianças. Há razões mais que suficientes para afirmar que estão repletos de péssimos exemplos. Podemos começar pelo o próprio designação da classificação literária a que são sujeito, ou seja o nome: contos de fadas. Contos de fadas!? Cooontos de fadas!? Só isso demonstra uma incitação à mentira, visto que é mais comum incluírem animais falantes, ou algum tipo de magia ou encantamento do que aquela minorcas com asas e varinhas. Os mais atentos poderão o confirmar.

Pessoalmente concordo com este estudo. Por isso através de diversos posts, tentarei sustenta-lo com a descodificação dos mais conhecidos contos infantis.

Não esquecendo que cada caso é um caso e que para toda a regra há uma excepção, não posso deixar passar a oportunidade sem recomendar um conto infantil. Este conto é a Cinderela de Perrault. Na sua obra, Contes de ma Mère l’Oye (Contos da minha Mãe Gansa), onde podemos encontrar historias como o Capuchinho Vermelho, Pele de Asno, ente outros, Charles de Perrault manifesta a intenção de escrever especialmente para as meninas, orientando assim a sua formação moral.

A Gata Borralheira, o outro nome do conto Cinderela, reflecta perfeitamente o que a sociedade deveria ser. Primeiro seria formidável, para não dizer estupendo, ou mesmo espectacular, se em vez de andar de carros que pouco a pouco destroem o nosso planeta, andaríamos de Pumpkin Car. Um veiculo de quatro cavalos (ratos), no sentido literal, ainda por cima bio-degradável, visto que é feito a partir de uma abóbora. Quem é amigo do ambiente!? Já me imagino no meu Pumpkin Car TDI, decerto que ia impressionar muitas!


E a nível da requalificação profissional, é impressionante como, por exemplo, ratos e outros animais amigos da protagonista, passam de bichos a costureiros, sendo pouco depois cavalos, cocheiros…etc. E a Cinderela passa de empregada a princesa sem esforço. Bastou-lhe esquecer-se de um sapato!!!

O factor sorte também está presente, o que seria dela se não setinha esquecido do tal sapato!? The Shoe’s Theory (Teoria do Sapato) está, de facto, implementada na nossa sociedade. As pessoas arriscam a sua sorte ao gastar o pouco que têm, para ganhar à lotaria (Euromilhões e outros concurso do género). Pensam no curto prazo e não no longo, poupando esse dinheiro poderiam talvez investi-lo para garantir uma maior fonte de rendimento. É caso para dizer: Arriscam-se a ficarem descalços por uma utopia.

O papel da mulher está muito bem representado nesta história. Muito trabalho, pouca diversão, tanto que quando tocam as 12 badaladas que encerram mais um dia de lides domésticas e anunciam outro, ela tem de estar em casa.
Como podem constatar, este conto tem de ser recomendado, visto que ele leva as meninas, mais tarde mulheres, para o caminho certo, o da submissão. Também nos ensina tretas como a esperança, o trabalho acaba sempre por ser recompensado, …etc. Fica a pergunta: Quem quer saber disso?

Train – Drops of Jupiter

O significado deste tema tem sido interpretado de diversas formas, devido a sua letra única e enigmática. O vocalista da banda, Pat Monahan, disse  que a música tinha sido inspirado na sua falecida mãe e que as primeiras linhas lhe tinham aparecido em sonho. Mas tardePat Monahan declarou que este tema, na sua genese em homenagem a sua mãe, se transformou numa canção de amor.

Sinceramente, não sei explicar porquê mas adoro esta música. Espero que também gostem.

O Speed Dating

Para explicar o que é o Speed Dating,  fiz uma investigação cuidada, e participei num evento desses só para vocês. Também foi para ver se arranjava um encontro, visto que aquela cena dos anúncios não resultou. Já agora queria a vossa opinião, é que não percebo o que eles tinham de mal, pois não obtive respostas.
“Jovem quase atraente, quase musculado, quase alto, enfim quase tudo, procura mulher dos 20 aos 30 anos (cotas é que não!!!) bonita e boa (de preferência!!!). Para relacionamento sério, ou não, desde que haja muito sexo!!!”
Acho que é um anúncio normalíssimo, o problema é que me custou uma pipa de massa e quecas nem vê-las. Voltando ao Speed Dating:
O Speed Dating é um formato importado dos E.U.A. em que numa noite se dá aos inscritos a oportunidade de conhecerem 20 pessoas solteiras ou descomprometidas do sexo oposto. Têm conversas de 4 minutos com cada uma delas num sistema rotativo e no final se houver interesse mútuo podem combinar voltar a encontrar-se.
Uma das vantagens para os speed daters é que é extremamente difícil dar cabo de um encontro em 4 minutos. Mas há quem consiga e vou prova-lo através de 3 encontros

Encontro 1

M@rkito: Olá! Eu sou o M@rkito!
Solteira: Olá! Eu sou a Rita! É um prazer conhecer-te!
M@rkito: Podes crer! O prazer é todo teu!
Rita: Como!?
M@rkito: Estava a brincar! Era para quebrar o gelo!
Rita: Aaaaaah!
M@rkito: Resultou!?
Rita: Nem por isso!
M@rkito: Pois! Vamos começar a falar de coisas interessantes! Pode ser!?
Rita: Claro!
M@rkito: Tenho 26 ano, vivo com os meus pais, tenho os olhos castanhos, sou inteligente, bonito. Pelo menos é o que a minha avó diz.
Rita: Ah sim! Mas a tua avó é cega?
M@rkito: Por acaso não! Mas está a ficar senil, as vezes diz coisas sem sentido! Tas a ver!?
Rita: Se tou!!!
M@rkito: O que queres dizer com isso!?
Rita: É que de bonito, não tens nada!
M@rkito: Olhem-me esta! Já vistes a tua fronha!? Ainda por cima deves andar na natação!
Rita: Como assim!?
M@rkito: Nada à frente! Nada à trás! Percebo porque viestes a um evento deste tipo. É tua única hipótese de teres um encontro. De certeza que nem um Blind Date arranjas!
Rita: Olha quem fala! Deves ser parvo!
M@rkito: Parvo! Eu!? Parvo! Eu!? Olha que estou aqui para um trabalho de investigação. Parvo! Eu!?
Rita: Ya! Tu!
M@rkito: Parvo! Eu!?
Rita: Felizmente o tempo está a acabar! Vamos ficar em silencio até o fim! Ok!?
M@rkito: Ok! Parvo! Eu!?
Rita:
M@rkito: …
Rita: …
M@rkito:
Rita: …
M@rkito:

Rita:
M@rkito: Parvo! Eu!?

Encontro 2

M@rkito: Olá! Eu sou o M@rkito!
Solteira 2: Olá! Eu sou a Cláudia! É um prazer conhecer-te!
M@rkito: Eh lá! Grande par de…e ainda por cima é jeitosa. Podes crer! O prazer é todo teu!
Cláudia: Como!?
M@rkito: O prazer é todo meu! Ia fazendo merd* outra vez!
Cláudia: Talvez pudesses falar-me um pouco de ti.
M@rkito: Tenho 26 ano, vivo com os meus pais e estou desempregado. Mas é temporário.
Cláudia: O facto de viver com os pais ou estar desempregado!?
M@rkito: De viver com os pais, eu cá gosto de ser desempregado! Não se faz nada e ganhamos dinheiro a custa dos outros!
Cláudia: Ok! Mas vais deixar o tecto familiar!? Porquê? Vais viver sozinho?
M@rkito: Sozinho!? Não! Como vou viver debaixo da ponte, vou estar rodeado de ratos, baratas e outros bichos do género!
Cláudia: Debaixo da ponte! Mas porquê?
M@rkito: Fui expulso de casa! Fui apanhado com mercadoria proibida!
Cláudia: Proibida? Droga?
M@rkito: Não! Filmes e revistas pornos! Tenho mais de 5000 de cada! Os meus pais deram me a escolha entre os filmes e viver em casa deles!
Cláudia: E tu escolheste!?
M@rkito: Obviamente que escolhi os filmes! Os meus ricos filminhos!
Cláudia: És um depravado!
M@rkito: Sim! E depois!?
Cláudia: Olha! Esquece!
M@rkito: O que eu fiz!?
Cláudia: …
M@rkito:
Cláudia:
M@rkito: Acho que podíamos combinar qualquer coisa…o que te parece?
Cláudia: (irritada) Vamos ficar em silencio até o tempo acabar! Pode ser!
M@rkito: Fogo! Tem calma! Perguntar não ofende!
Nota: No próximo encontro não olhar só para os peitos. Acho que não é uma boa estratégia. Também é melhor evitar falar da pornografia! 

Encontro 3 

M@rkito: Olá! Eu sou o M@rkito! Estou farto de dizer isto!!!
Solteira 3: Olá! Eu sou a Alex!
M@rkito: É mesmo jeitosa! Alex de Alexandra!? Que mais poderia ser!?
Alex: Não de Alexandre!
M@rkito: Como!? Alexandre! Isso é nome de gajo! Só me faltava essa!
Alex: Sim! Ainda uma parte de mim é rapaz! Mas estou a tratar disso! Já tenho a cirurgia marcada!
M@rkito: Espera lá! Estás a dizer-me que és uma miúda! As mamas o confirma! Mas com pingarelho!
Alex: Sim!
M@rkito: F*daaaaaaaaaaaaaaaaasssssssseeeeeee!
Alex: Podíamos combinar qualquer coisa!?
M@rkito: Pois! Já!? Dá-me mais tempo para estragar o encontro!
Alex: Quando é que podes? Segunda ou Terça? Só tenho esses dias disponíveis!
M@rkito: Pouca sorte! Nestes dias estou ocupado! Agora inventa qualquer coisa!
Alex: Ah sim!
M@rkito: Segunda tenho o clube de xadrez e terça tenho ballet! Ballet! Ballet! O que fui eu dizer! Não há cena mais gay!!! Deus porque me abandonastes!!!
Alex: Ballet!!! Gosto tanto de ver os homens com aquelas calças justinhas!
M@rkito: Pois! Imagino!
Alex:
M@rkito: Ballet!? Não! Café! Deves ter percebido mal!
Alex: Então!?
M@rkito: É que a terça, eu trabalho num café!!!
Alex: Podia ir lá ter contigo!
M@rkito: Naaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaão! Não dá é um clube restrito onde vão aquelas pessoas criticadas e marginalizadas pela sociedade. E só podem entrar homens!
Alex: Os gays!? Nesse caso posso lá ir. Ainda tenho algo másculo!
M@rkito: Pois! O pingarelho! Já me esquecia! Não é um clube gay! É um clube para políticos!
Alex: Ok!
M@rkito: Vamos ficar em silencio até o tempo acabar! Ok!?
Alex: Está bem!
M@rkito:
Alex: A nossa saída fica sem efeito!?
M@rkito: Fica!

Nota final: Isto do Speed Dating não foi uma boa ideia! O risco é demasiado elevado! Sair com um homem em formato de dama…chiça!!! É melhor ficar em casa, porque como diz o ditado: Mais vale sozinho, que mal acompanhado!

P.s.:Queria pedir desculpa pela utilização do palavrão “f*od…”, mas na altura nâo me ocorreu mais nada. Qual a palavra mais adequada para demonstrar um misto de terror e horror!? De certeza que se fosse com vocês também diriam o mesmo!