quinta-feira, janeiro 22, 2026

Proposta de Margarida

Muitos de nós fazemos planos e projectos para o ano novo. Outros não o farão. Mas partindo daquele princípio, o que mudarias ou gostarias de fazer diferente (ou não) em Janeiro, no que toca a:

Dia   1 – vida (relações) familiar

Dia   8 – vida (relações) social

Dia 15 – saúde/bem-estar (alimentação, sono, exercício físico)

Dia 22 – finanças/poupanças pessoais

Dia 29 – lazer (estudar/aprender coisas novas/outros hobbies/viajar ou ler mais)

9. Teresa Silva


O melhor para equilibrar as finanças é guardar algumas moedas.

Teresa Silva  

8. Mónica

Tenho ideia que sou muito organizada, disciplinada, poupada com as finanças pessoais, estou ali na fronteira entre porquinha mealheira e forreta, acho que sempre fui assim e até gozada por isso (que funciona como psicologia invertida), não havendo motivo nem alteração das circunstâncias (sei lá, sair-me a lotaria que não jogo), ficarei sempre assim. Assumo que cristalizei neste aspecto. Espero que não seja prejudicial.

Mónica

7. Mena M


 

Em 2019, sem conhecimento prévio, passei a ter que fazer o IRS por acumular a reforma e o ordenado. Em dezembro de 2024, estando ainda em Lisboa, fiquei a sabê-lo ao receber uma carta das Finanças alemãs, em que me era dado um prazo de 15 dias para regular a situação. Daí resultou uma pesada multa, que me deu um grande corte nas poupanças. Soube agora em janeiro que a minha despesa com o IRS de 2024 foi de zero euros. Valeu a pena ter arranjado uma contabilista e ter passado a ser tributada só aqui na Alemanha. Penso que as minhas finanças estão em vias de recuperação.

Mena

6. Margarida


Dinheirinhos 26

É aqui que a porca torce o rabo. Ou não fosse eu uma sua descendente, de apelido Leitão. Sempre fui algo “desleixada” com o dinheiro. Nunca poupei. Ao contrário do que fizeram os meus pais e ao contrário do que fui ensinada a fazer. No entanto, não sou gastadora ou perdulária. Pelo contrário, sou coibida no que toca a gastos pessoais, quotidianos, consumistas. Só não resisto a viagens. E batatas fritas Lays Gourmet de pacote preto (passo a publicidade). E que me perdoem os Deuses do Além. Quando tenho dinheiro, tenho; quando não tenho, não tenho. Desde que as necessidades básicas estejam asseguradas. Sigo a máxima: usá-lo enquanto viva. A verdade é que houve alturas em que o tive e usei-o bem, investindo, e alturas em que não o tive e pedi emprestado. Sem dramatismos embora com alguma relutância, um certo constrangimento, um pouco de desconforto e, porque não dizê-lo, alguma vergonha católica. Mas tenho amigos e também eu sou amiga. Já fiz, faço e farei o mesmo por outros, se puder. Somos uns pelos outros. Quando for velhinha não vou ter muito, apenas a minha reforma. Não vai ser grande coisa mas é o que é. Hei-de (sobre)viver, seja da forma que for. Ou não…

Margarida

PS = Isto é que tem sido uma catarse, hein?