Pessoal,mais uma vez fiz merda -não sei o que andei a fazer no layout do Blogue,que o cabrão não obedece às minhas ordens.De maneiras que,mandei-o pró caralho e abri outra conta.Vamos ver se é desta.
Agora ando por AQUI.
Pessoal,mais uma vez fiz merda -não sei o que andei a fazer no layout do Blogue,que o cabrão não obedece às minhas ordens.De maneiras que,mandei-o pró caralho e abri outra conta.Vamos ver se é desta.
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O Porto anda aos tiros!Nada preocupante,desde que não partam nenhuma lâmpada da árvore de Natal na Av. dos Aliados.Não vá,a Câmara,ter que juntar à factura da EDP uma factura da loja dos chineses,para substituir as lâmpadas partidas.Lá se ia a contenção de despesas.
Vão colocar mais polícias na rua,para quê?Deixem os Sopranos de cangosta crivarem-se de balázios uns aos outros;a bófia só tem,depois,que apanhar os vencedores.Os gajos a poupar-lhes trabalho e ainda reclamam.
Finada a cimeira EU/África,os críticos têem debitado inanidades atrás de inanidades,acusando o Sócrates de nada ter feito pelos direitos humanos dos povos governados pelos marmanjos que cá vieram comer à grande e à francesa.Bando de incompetentes,caralho.
Enquanto esses Hitler´s andavam por estas bandas,nos seus países respirava-se liberdade.
É caso para dizer:”Uma cimeira todos os dias e não sabem o bem que lhes fazíamos.”
Na última orgia divina no Vaticano,a reunião dos prelados portugueses com o Papa,foi anunciada a alteração da linguagem dos catecismos para uma linguagem “ mais jovem”.
Acho bem e,ouso até dizer,pedagógico.Os fedelhos não sabem rezar porque,simplesmente,não entendem o que está escrito nos catecismos.De hoje em diante uma Avé Maria será soletrada com devoção igual à que impingem numa música do 50cent.Tomem nota:
“Avé Maria,bué de estilosa;nigga do Senhor;altamente és entre as mulheres,porreiro é o resultado de uma cena marada,Jesus.”
Na última viagem ao Brasil,a submissa do Joe Berardo,Isabel Pires Lima,foi intimada para outorgar um acordo ortográfico Luso-Brasileiro.Como passivos que somos,o acordo vai obrigar-nos a escrever como as viagras de Bragança.
Acho bem e,ouso até dizer,pedagógico.Talvez a partir de agora se consiga ler um livro do Paulo Coelho e,mais importante ainda,se consiga perceber as legendagens dos filmes piratas que compramos aos marroquinos.
Mas,o que de fato – sem c -,não merece despiciendo é uma possível viagem do Sócrates ao Zimbabué.Imaginem que Mugabe o obriga a perseguir aqueles que dizem que ele não sabe falar Inglês?
Não que eu esteja preocupado – jamais diria tal coisa do Sócrates -,mas como estamos em época de Natal,deu-me para ter comiseração por vocês.Enfim,sou um coração de manteiga.
“Vai cair porrada.”Augúrio da comunidade intelectual da nossa praça como prolongamento do confronto escrito entre Vasco Pulido Valente e Miguel Sousa Tavares.
Nada disso,senhores.Todo o celeuma congeminado pelo misantropo,leia-se VPV,em relação à falta de rigor histórico do Rio das Flores não é mais do que um grito:”Eu também escrevo,e melhor do que ele.”Qualquer caracter,dirigido à pessoa e obra de MST,na coluna do Público é um assumir público do ciúme da receptividade que a prosa de MST,com ou sem rigor,tem junto do leitor.
“Vou usar toda a minha capacidade de sintaxe para arrasar o Rio das Flores e lá pelo meio digo que o ensaio que publiquei,esse,sim,tem rigor histórico”.Foi este engendro que o VPV decidiu enquanto,deitado na cama,chamava pela empregada para vir despejar a arrastadeira que estava cheia.Contrariedades à parte,resultou.O seu último ensaio,Ir Pró Maneta,tem tido procura.
Mas concordo com o que se diz por aí:é uma luta desigual,sim senhor.É como matar formigas à granada.Uma arrastadeira faz mais mossa no lombo do que um livro –mesmo com 600 páginas.