Posts Tagged 'eymard'

dcpv – decimo giorno – itália – puglia – matera, uma cidade incomparável.

24/06/20250 (viajado em 23/05/2019)

Decimo Giorno – Itália – PugliaMatera, uma cidade incomparável.

Hoje seria dia de realizar mais um sonho.

Faz um tempão que penso em conhecer Matera.

Afinal de contas, é uma cidade única e …

… que certamente habita o imaginário de quase todo mundo.

Pelo menos os que tiveram a oportunidade de ver as suas fotos.

Mas, antes disso, resolvemos dar uma última passada pelo centro de Lecce e …

… ver, a luz do dia, …

… as incríveis ruínas do seu teatro romano.

Saímos do hotel e …

… fomos pra Porto Badisco.

A sua praia é muito bonita, …

… com águas muito cristalinas.

Passamos rapidamente por lá; …

… seguindo pra Manduria.

A intenção seria conhecer a terra do Primitivo.

Seria, porque a semgracice do lugar …

… unida a falta de estacionamento …

… nos fizeram rumar pra Taranto.

Mas antes, …

… conhecemos a vinícola San Marzano …

… onde fizemos um excelente tasting.

Também compramos alguns exemplares de vinhos (até um pro meu niver nós levamos).

Pronto, mais um pouquinho e …

… chegamos à terra da tarantela, a dança.

A cidade é muito curiosa, …

… porque diferente das suas pares puglieses, …

… é um tanto mal cuidada.

Mesmo assim, curtimos muito passear por ela.

Resolvemos almoçar por lá, apesar de estarmos atrasados pro tour em Matera.

E não nos arrependemos.

La Paranza é um restô muito bonito …

… que trata a comida com bastante respeito.

Pedimos um vinho branco da casa pra começar e como estávamos em cima da hora, todos fomos de principais, …

… apesar de um agrado especial do chef que nos foi oferecido, mariscos recheados.

A Dé e a Lourdes pediram peixe com aspargos, …

… o Eymard uma lula incrivelmente bem apresentada e cozida e …

… eu, o esperado macarrone com marisco.

Tudo perfeito, assim como o Tiramisu que comemos numa fração de segundos.

Corremos pro estacionamento e pernas pra que te quero.

É claro que chegamos muuuuuuito atrasados.

Quase uma hora a mais.

Fizemos o checkin e … surpresa.

O nosso quarto era verdadeiramente uma …

… caverna.

Escuro, quente e sem chuveiro! Hahaha

O jeito foi pedir pra trocar, mas como só o veríamos após o tour, …

… ficamos na expectativa.

Enquanto isso, nos unimos ao Nicola (o mesmo de Alberobello) e iniciamos o passeio propriamente dito.

E que passeio!

Confesso que a primeira visão de Matera é inesquecível.

Ver todas aquelas cavernas juntas e que formavam uma cidade habitada é emocionante.

No nosso caso, passamos a tarde toda com tempo ruim e …

… imaginávamos que veríamos esta maravilha tão diferente e toda molhada.

Mas não foi o que aconteceu.

O sol saiu e tivemos todas as condições de admirá-la sobre o por do sol …

… e o anoitecer.

Antes disso, o Nicola nos levou pra conhecer uma casa na caverna.

E foi curioso demais.

Não dá pra imaginar como pessoas podiam viver nestas condições …

… tão precárias e …

… há tão pouco tempo.

Também conhecemos um montão de igrejas, …

… lugares que vendem bons ingredientes, …

… obras de arte de gênios …

… além de vários cantinhos legais.

Mas as estrelas do dia foram …

… o magnífico …

… por do sol materiano …

… e o não menos …

… magnífico …

… crepúsculo.

Incrível, como a incrível e única Matera

… conseguiu ficar mais bonita ainda.

E aí, conhecemos a parte comercial da cidade …

… que também é bastante atraente, …

… interessante e …

… italianíssima da gema.

Olha nóis aí de novo!

Daí pra frente, foi nos despedirmos do Nicola, …

… (ah, ele nos conseguiu farinhas de trigo do tipo Senatori Capelli, the best) e …

…  retornarmos pro nosso, …

… literalmente, novo cafofo.

Mais uma vez, Matera nos surpreendeu.

Desta vez, iluminada (olha o corporativismo).

Pensávamos que seria um pouco tétrico, …

… mas foi teatral e muito mágico.

Retornamos pro hotel, já pensando em como solucionar o dilema do quarto.

Sant’Angelo é o que podemos chamar de um estabelecimento eclético, porque tem quartos/cavernas de vários formatos.

No nosso caso e como o hotel estava lotado, …

… nos foi oferecido um outro buraco (quarto? caverna?) bem parecido, mas com chuveiro no lugar da banheira única.

Até gostamos do que vimos e fomos jantar no próprio hotel.

E foi uma grande refeição.

Tomamos dois vinhos da Basilicata (Matera fica fisicamente nesta região italiana), um biancheto e …

… um rosso.

Pedimos duas entradas, uma de frios e queijos e …

… um polvo, feito com precisão.

Certamente, o melhor de toda a viagem.

Como principais, a Lourdes e a Débora comeram Strozzapetti com linguiça e um molho de tomate bastante apurado.

Já o Eymard e eu, fomos no famoso Spaghetti com Cozze, ou seja, mariscos.
Olha, preciso realmente aprender a fazer massa neste ponto, essencialmente al dente.

Nem queríamos sobremesas, mas o chef nos ofereceu docinhos que estavam sensacionais.

Ainda bem que a nossa batcaverna era bem próxima.

Foi só andar um pouco, curtir a iluminação da cidade e dormir o sono dos que caminharam muito em Matera.

Este foi um sonho realmente realizado.

Arrivederci.

Acompanhe os outros dias desta maravilhosa viagem:
Primo giorno – Itália – Puglia – Um sonho.
Secondo giorno – Itália – Puglia – Fasano – Você sabe como se faz burrata? Já foi na Grotte di Castelana?
Terzo giorno – Itália – Puglia -Piacere, io sono polignano a mare!
Quarto giorno – Itália – Puglia – Locorotondo e Cisternino, que nomes bonitos de bonitas cidades.
Quinto giorno – Itália – Puglia – Ostun, o branco total radiante!
Sesto giorno – Itália – Puglia – Trullando por Alberobello e grottando pela Palazzese.
Settimo giorno – Itália – Puglia – É Lecce condensado!
Ottavo giorno – Itália – Puglia – M.A.M.A. Io sono tanto felice!
Nono giorno – Itália – Puglia – Enfim conhecemos o mar Jonico.

 

 

dcpv – ottavo giorno – itália – puglia – m.a.m.a., io sono tanto felice!

17/06/2020 (viajado em 21/05/2019)

Ottavo Giorno – Itália – PugliaM.A.M.A., Io sono tanto felice!

Hoje o dia seria cheio.

Daríamos uma boa volta pela região do salto da Bota, quase perto da sola.

Ou seja, a Puglia seria desvendada pelas suas praias do Adriático.

Iniciamos tudo com um ótimo …

… e belíssimo café da manhã no Palazzo Bozzi Corso, …

… o nosso hotel, em Lecce.

Em seguida, zarpamos em direção ao sul.

A primeira parada foi em Porto Miggiano.

Só a parada lá já daria uma visão do que seria o nosso dia.

Ainda compramos morangos e cerejas dum senhor italiano muito simpático e comunicativo (que novidade!).

Continuamos para Santa Cesárea Terme.

É uma cidade até que desenvolvida e …

… com um jeitão daquelas termas que conhecemos aí no Brazuca (sabe Águas de Lindoia?).

Paramos tantas vezes, …

… pra nos maravilharmos com tantas paisagens bacanas, …

… ouvimos tantas músicas do Pavarotti …

… que atrasamos pro nosso tour em Otranto.

Mas conseguimos chegar, …

… apesar da dificuldade de encontrar um lugar pra estacionar, …

… pudemos aproveitar da beleza …

… e da cultura que esta cidade emana.

O nosso guia, o Stefano, é uma figuraça e …

… muito comunicativo, …

… como a maioria dos italianos.

Ele desvendou um montão de segredos e mistérios que Otranto apresenta.

Como por exemplo, toda a sua miscigenação …

… com a invasão de vários povos, …

… especialmente os turcos …

… que são “ligeiramente” odiados por aqui.

Inclusive, o famoso episódio dos 800 decapitados …

… nos foi mostrado …

… com a apresentação das ossadas das vítimas …

… em quadros na catedral.

Enfim, foi um tour muito descontraído …

… com a performance incrível do nosso guia.

Não esquecendo que Otranto é …

… simplesmente maravilhosa.

Duas horas passaram muito rapidamente e …

… quando percebemos, íamos almoçar.

Tinha reservado (reserve sempre que possível) o restô LaltroBaffo.

Ele é tido como um dos melhores da Puglia e que tem um certo toque de modernidade (na medida do possível).

E aprovamos.

Pedimos três entradas, um bacalhau, …

… mariscos e …

… polvo (sempre ele!).

Todas maravilhosas.

Como principal, um prato único.

Peixe na brasa …

… com legumes e …

… uma ótima salada.

Mais mediterrâneo, impossível.

Tomamos um bianchetto da região e nos esbaldamos nas sobremesas.

Uma musse estilizada e um ótimo bolo de amêndoas complementaram o que classificamos como uma excelente refeição.

Retornamos pro carro, …

… porque ainda tínhamos que ver um montão de coisas.

E aproveitamos a proximidade pra conhecer o Lago de Bauxita.

É realmente um lago e que tem bauxita! Hahaha

Bonito de se ver, mas nada muito excepcional.

Continuamos retornando e passamos na Baia dei … Turchi!

Linda, apesar do seu nome. 🙂

Tentamos ver as Due Sorelle, mas conseguimos só de longe.

E a Torre dell’Orso …

… que é um lugar lindíssimo.

Mais um pouquinho e chegamos na esperada Grotta della Poesia.

Ela é uma piscina natural famosa …

… pois a formação fica pertíssimo do mar e …

… é onde muitos malucos italianos saltam da sua borda.

Vimos alguns não tão italianos assim!

Confesso que achava que ela era muito mais bonita (expectativa é fogo), …

… mas mesmo assim, ela impressiona.

Estávamos cansados, …

… optamos por voltar pra Lecce e …

… dar uma nova turistada no seu interessante Centro Histórico.

Tomamos um café gelado (uma das especialidades da região), …

… comemos uns docinhos, …

… compramos várias coisas e …

… nos maravilhamos com o Duomo visto com a luz diurna.

Vocês pensam que acabou?

Nananinaná!

Tínhamos reservado um jantar particular no M.A.M.A.

Calma que esta mama não é nenhuma trattoria …

… e sim, o Museu de Arte Moderna de Lecce …

… que pertence aos donos dos hotéis Palazzo Bozzi Corso (o nosso) e do La Fiermontina.

Iniciamos conhecendo a história dos precursores do local, …

… visitando alguns quartos do nosso hotel, entre eles o azul …

… e o dedicado aos Beatles já que a mãe dos atuais proprietários foi amiga íntima da Yoko Ono.

Continuamos conhecendo o outro hotel deles, …

… o La Fiermontina e …

… terminamos com o tour no M.A.M.A. (que belo nome!).

Imagine um palácio transformado em museu com obras de arte dos ex-maridos da proprietária que também era artista …

… com um tom dramático na iluminação …

… e com uma trilha sonora de arrepiar?

Pois foi exatamente o que aconteceu (o museu estava aberta somente pra nós quatro).

Os nossos anfitriões eram simplesmente espetaculares e …

… o regabofes, o jantar, começou.

Por falar em ambientação, tínhamos um chef, o Sandro, cozinhando especialidades puglieses só pra nós, …

… numa cozinha estonteantemente linda, incluído um sommelier, o simpático Oscar.

Pra complementar, um show de música ao vivo, …

… todas do sul da Itália …

… executadas por uma dupla, …

… a Michele cantando e na percussão …

… e o Nico, no acordeão.

Foi, literalmente, um sonho!

Ficamos devaneando pela noite toda e …

… a medida que bebíamos mais um pouco, …

… ficávamos cada vez mais descontraídos. Hahaha

Enfim, certamente foi e será uma noite inesquecível.

Voltamos caminhando pelas ruas misteriosas de Lecce dando muitas risadas …

… e ainda tomando uma saideira no bar do nosso hotel, que tem uma característica muito legal.

Você faz o teu drinque e paga quanto quiser (demos uma excelente caixinha pra nós mesmos!).

Olha, a Puglia é “o” lugar!

Arrivederci.

Acompanhe os outros dias desta maravilhosa viagem:
Primo giorno – Itália – Puglia – Um sonho.
Secondo giorno – Itália – Puglia – Fasano – Você sabe como se faz burrata? Já foi na Grotte di Castelana?
Terzo giorno – Itália – Puglia -Piacere, io sono polignano a mare!
Quarto giorno – Itália – Puglia – Locorotondo e Cisternino, que nomes bonitos de bonitas cidades.
Quinto giorno – Itália – Puglia – Ostun, o branco total radiante!
Sesto giorno – Itália – Puglia – Trullando por Alberobello e grottando pela Palazzese.
Settimo giorno – Itália – Puglia – É Lecce condensado!

.

 

 

dcpv – sesto giorno – itália – puglia – trullando por alberobello e grottando pela palazzese.

10/06/2020 (passeando em 19/05/2019)

Sesto Giorno – Itália – Puglia – Trullando por Alberobello e grottando pela Palazzese.

Hoje seria o nosso último dia inteiro pela, digamos, parte mais conhecida da Puglia.

E também seria o momento em que conheceríamos uma das cidades mais esperadas desta viagem.

Alberobello com os seus trulli, …

… formavam o nosso imaginário da Puglia.

Antes de mais nada, tomamos o nosso ótimo café da manhã no hotel e …

… rumamos pra cidade das casinhas com telhados em formato de cone.

O tempo parecia não ajudar muito, …

… mas insistimos, pois tínhamos marcado uma visita guiada.

Chegamos no horário e …

… o nosso guia, o Nicolas, estava nos esperando.

Ele é italiano e fala muito bem a nossa língua pátria.

E com isso, conseguiu nos explicar mais claramente toda a história de Alberobello

… que é muita interessante e …

…  talvez, tenha a paisagem mais exótica da Puglia.

Afinal de contas, não é qualquer uma que tem predominantemente casas pequenas, pintadas de branco …

… e com telhados cônicos.

Sim, a maioria das casas tem telhados iguais …

… que dão uma personalidade incrível pra tudo.

Iniciamos o tour com o Nicola (que é gente fina) …

… passeando pela parte menos turística da cidade.

Andamos bastante, …

… vimos muitos trulli (que é o plural de trullo) e …

… ficamos sabendo sobre a formação de Alberobello.

Inclusive, o que dizem sobre o porque de não terem usado argamassa na construção destas casinhas …

… é a mais pura verdade.

A intenção seria que, quando houvesse alguma fiscalização, …

… os moradores tivessem tempo pra desmontar os trulli …

… e assim, não terem que pagar impostos.

Esses italianos! Hahaha

Entramos num dos dois maiores, …

… pra verificar como era disposição interna.

Como curiosidade e …

… até pra dar maior veracidade à visita, …

… estava acontecendo uma corrida de bike no centro da cidade.

Demos uma parada estratégica num belvedere …

… pra ter a visão do conjunto todo da obra.

É impressionante.

,

Passamos para o outro lado da cidade, …

… onde tem lojas e …

… tudo fica mais bonito ainda.

Caminhar entre estas estruturas …

… te passa um encantamento …

… único.

Está na cara que Alberobello é perfeita …

… turisticamente …

… e tem absolutamente tudo o que se espera dum blockbuster pugliese.

Foram 3 horas prazerosas de conversa e imagens e …

… nos despedimos temporariamente do Nicola (faremos um outro passeio com ele em Matera).

Como coincidência, o restô que reservamos fica bem na frente do estacionamento.

Il Poeta Contadino é um daqueles lugares tradicionais ao extremo.

E a comida segue a mesma linha.

O que é muito interessante quando se quer mergulhar no clima da cidade.

Pedimos um flan de bacalhau como entrada.

A Dé escolheu um prato super tradicional, o orecchiette com cime de rape …

… e eu, uma sopa leve de frutos do mar, que curiosamente é um Prato da Boa lembrança (que já está na Nova Toscana).

Tomamos mais um verdecca e …

… demos adeus pra esta cidade tão delicadamente bonita.

A chuva também estava prometendo apertar.

Aproveitamos pra, no caminho de volta, conhecer algumas cidades fora do circuito turístico.

A primeira parada foi em Noci.

Que é muito bonita também e …

… tem um jeitão meio aristocrático.

Claro que neste horário, …

… a hora do almoço e num domingo, …

… tudo estava fechado.

Ainda mais com chuva.

Resolvemos continuar e conhecer Putignano.

Esta nos pareceu bastante grande, pros padrões da Puglia  e …

… meio sem graça.

A chuva apertou.

Mais um pouquinho e passamos em Conversano.

Esta sim, uma cidade com personalidade e …

… até que movimentada.

Tudo bem que o enorme castelo dá um …

… certo charme a tudo.

E o centro histórico dela é muito bonito também.

Sem contar que é considerada o centro produtor de cerejas da região.

Com o mundo parecendo que iria desabar, …

… fomos pra Polignano a Mare, …

… a estrela da Puglia.

E como que por encanto, …

… o tempo melhorou, …

… o sol apareceu e …

… conseguimos dar um boa volta, …

… com direito a tomar Aperol Spritz …

… e curtir a vida adoidado.

Voltamos ao hotel, porque hoje seria o dia da Lourdes e do Eymard chegarem.

Enquanto isso, apareceu quase que do nada, …

… um tremendo tramonto, …

… um por do sol daqueles …

… inesquecíveis.

Absolutamente, lindo e …

… totalmente inebriante.

Pra culminar o dia espetacular e com a turma reunida, …

… fomos todos os quatro jantar no restaurante mais conhecido da Puglia, …

… a Grotta Palazzese.

E a chegada é triunfal.

Deixamos o carro no estacionamento, pegamos uma van e fomos até o centro de Polignano.

Descemos quatro lances de escadas e …

… tivemos uma visão espetacular.

A Gruta é imensa e …

… belíssima.

Imagine de um lado, o mar aberto …

… do outro, uma caverna com uma água muito esverdeada e …

… no centro, todas as mesas.

Ah, pode colocar aí, música ao vivo com um sax de qualidade.

A comida?

A comida foi boa, mas nada de excepcional, mesmo porque dificilmente alguma coisa conseguiria superar o conjunto da obra.

Pedimos um montão de coisas: …

… crudos …

… peixes, …

… pastas, …

… mais pastas,…

… risotos, …

… mais peixes, …

… vieiras, …

… sobremesas, …

… vinhos e mais vinhos.

Enfim, foi uma refeição ou melhor uma experiência quase lisérgica.

O preço? Foi caríssimo, mas certamente teria que ser pelo que foi entregue.

Conversamos bastante, rimos muito e projetamos o que será esta continuação do nosso tour pugliese.

Será “meraviglioso”!

Arrivederci.

Acompanhe os outros dias desta maravilhosa viagem:
Primo giorno – Itália – Puglia – Um sonho.
Secondo giorno – Itália – Puglia – Fasano – Você sabe como se faz burrata? Já foi na Grotte di Castelana?
Terzo giorno – Itália – Puglia -Piacere, io sono polignano a mare!
Quarto giorno – Itália – Puglia – Locorotondo e Cisternino, que nomes bonitos de bonitas cidades.
Quinto giorno – Itália – Puglia – Ostun, o branco total radiante!

.

 

 

dcpv -a alta sociedade no el celler de can roca, the best!

22/09/2018

A alta sociedade no El Celler de Can Roca, the best!

Os nossos sócios, a Lourdes e o Eymard, verdadeiros cidadãos espanhóis, estavam mais uma vez por Barcelona e resolveram dar uma voltinha na bela Girona.

É lá que fica o melhor restaurante do mundo, o El Celler  de Can Roca.

Opa, não foi fácil fazer a reserva.

O Eymard tentou um tempão através do site deles e conseguiu!

Inclusive seria pra irmos juntos, mas surgiram problemas com a nossa ocupada agenda (niver da Re e casório do Guigo). 🙂

De qualquer forma a experiência deles foi incrível!

É claro que neste caso você tem que ir preparado pra experimentar o máximo.

Mesmo porque não é todo dia que se come num lugar assim.

Vou deixar as imagens e algumas descrições (que nem sempre correspondem a foto) pra que tenham uma ideia de como é comer no the best!

Sim, eu sei que estes rankings são estranhos, mas quando acabarem de ver as fotos, me digam se concordam ou não com este primeiro lugar?

O menu escolhido foi o Festival.

Foram oficialmente 15 belos pratos (na verdade, bem mais com todos os agrados dos chefs).

Como diria o Eymard, “incontornável”!

“Ensalada roja: vinagreta de cereza, sandia caramelizada, gel de sisho rojo, cebolla morada, apio y cilantro”

“Tiempo de calabacin: la flor, el tronco y su salsa”.

“Cigala con artemisa, aceite de vainilla y mantequilla tostada”.

“Dorada dorada con leche de arroz y sake, tofu almendra tierna y lichi encurtido”.

“Sepia a la brutesca con salsa de rostido de conejo”.

“Pescado de mercado al vapor relleno de algas y anemonas con un suquet ligero”.

“Blanqueta de cochinillo con col fermentada y pilota”.

“Magret de pato curado y ahumado a la naranja”.

“Civet de pichón con su parfait”.

“Mel i mató: dulce de miel, jalea de albaricoque, helado de mató, crema de mató, caramelo de miel”.

Ainda encontraram com o “louquinho” do Jordi, o rei dos “postres”, aquele do Chef’s Table, no corredor. O Joan e o Josep também estavam lá!

Em suma, imperdível!

Na próxima, certamente iremos!

Hasta!

.

 

dcpv – dia tres – chile – vinícolas lapostolle e viu manent e copa do mundo: tudo a ver.

30/06/2018

Dia três – Chile Vinícolas Lapostolle e Viu Manent e Copa do Mundo: tudo a ver.

Hoje o dia seria muito diferente.

Afinal de contas não é sempre que se está viajando com uma Copa do Mundo acontecendo paralelamente.

Ainda mais com a abertura da fase de oitavas de final e com esta turma tão legal.

Bom, vamos começar do início.

O dia amanheceu broncolhaço …

… o que foi bom pra tomarmos o nosso café da manhã (e pras videiras) …

… e nos prepararmos pro jogaço França e Argentina.

Casa Lapostolle montou um telao numa sala, deixou um rosé da casa bem gelado e lá estávamos nós pra assistir ao grande embate.

E foi um jogão mesmo.

Torcemos muito (né, Dé e Álvaro?) e no final, os 4×3 pra França foi mais do que merecido.

Ainda deu tempo de acompanharmos o final do tour na Lapostolle.

E tudo por aqui é muito impressionante.

Desde a construção com 6 andares …

… passando pela escada espetacular …

… a sala de descanso dos barris (o santuário) e …

… a magnífica adega da Madame Lapostolle …

… que fica embaixo da mesa de degustação.

É um verdadeiro espetáculo.

Ainda passamos na lojinha e …

… fomos almoçar.

Em mais uma deferência especial, …

… o pessoal montou o nosso almoço na sala onde estava o telão …

… porque iria começar o jogo PortugalxUruguai.

Foi, digamos, uma refeição bastante desportiva.

Iniciamos com um tartar de Camarões e abacate e …

… como principal, um atum com molho vermelho e quinoa.

Tudo muito bom e bem temperado.

Os vinhos estavam ótimos e o Clos Apalta foi a estrela.

Ainda comemos um mil-folhas de maçã com sorvete de abacaxi e crumble.

Quando percebemos, o jogo já tinha acabado (vitória do Uruguai) e …

… estava no horário do nosso tour vespertino.

Iríamos conhecer a vizinha vinícola Viu Manent.

Ela é mais clássica e, aparentemente, não busca uma imagem natural ou biodinâmica.

Mas o mais interessante, …

… é que após uma explicação inicial, …

… mostrando toda a sua rica história, …

… nós fizemos um passeio de charrete …

… por toda a região de produção de uvas.

Não deixa de ser bacana …

…  charretear pela propriedade …

…  vendo todos os tons de marrom que as videiras sem folhas produzem.

Ainda passeamos pela área de produção de vinhos, …

… sim, foi aquele blá-blá-blá de colheita a mão, etc e …

… fomos pra degustação de 5 vinhos.

Confesso que não gostei muito da maioria deles, …

… mas o tour todo é bem bacana.

Voltamos pra Lapostolle, …

…. fomos dar uma descansada pra nos preparar pro nosso último jantar juntos por aqui.

Iniciamos com um grapefruit frizz e vários amuses.

Sentamos na nossa mesa exclusiva e …

… abrimos os trabalhos com uma casquinha de caranguejo que estava muito boa.

Acompanhamos com o razoável rosé Lapostolle do almoço.

Como principal, nos serviram um bife de tiras com beterraba e cebola assada.

E pra maridar, o glorioso ícone da Lapostolle, o Borobo 2014.

Perfeito.

Assim como foi todo o final de semana com o nosso grupo.

Ainda curtimos a sobremesa, que foi um musse de chocolate com sorvete de frutas vermelhas.

Foi um final doce para mais um doce encontro de todos.

Planejamos os próximos e certamente, tudo será regado a bom humor, gargalhadas e conversas impagáveis.

Que venham, então!

Hasta.

Acompanhe os outros dias desta mini big trip:
dia uno – Chile – Santiago – Vino, poesia, Isla Negra e ele, Neruda!
dia dos – Chile – Revisitando o vale do Colchágua e a magnífica vinícola Lapostolle.



.

 

dcpv – giorno due – itália – toscana – um simples domingo.

01/10/17

Giorno due – Itália – Toscana – Um simples domingo.

O dia amanheceu broncolhão e chovendo.

Não podíamos reclamar, já que estamos cansados de saber que as uvas precisam de água. 🙂

Demos aquela descansada, tomamos um café da manhã frugalíssimo e  …

… zarpamos pro almoço no restaurante Arnolfo (a Lourdes e o Eymard acabaram de ir lá e adoraram), um dois estrelas Michelin e integrante da rede Relais & Chateaux (viu, Márcia?).

Ele fica numa cidade lindíssima, a aprazível Colle di Val d’Elsa.

Toda a vista lateral dela é muito dramática e impressionante.

Chegamos ao Arnolfo e fomos muito bem recebidos pelo proprietário/chefe, o Gaetano Trovato.

Mais uma vez o meu poder de convencimento foi testado, já que eles só oferecem menus degustação.

Se bem que a Dé até que gostou, porque eles têm a opção “architteture vegetale”.

Eu aproveitei e escolhi o “essence del território”.

É claro que o chef nos mandou alguns agrados antes de, propriamente, iniciarmos os trabalhos.

O menu completo da Dé foi o seguinte (me desculpem, mas não anotei o descrição dos pratos):

O meu, baseado em carnes, teve os seguintes pratos:

Comemos bem demais (e muito) …

… tomamos um ótimo Chianti Classico Isole e Olena e …

… adoramos ver como os chefs italianos cozinham e se preocupam em saber se você, o cliente, está satisfeito.

Saímos felizes, saboreando a cidade e suas vistas e …

… ainda passamos em Impruneta, para dar uma olhada na festa mais típica que existe por lá, a Festa da Uva.

Olha, é divertido ver a quantidade de pessoas que se deslocam pra curtir um desfile de carros alegóricos.

Tudo bem que eram todos italianos!

Enfim, foi um domingo agradável e só nos restou, comer uns frios em casa, …

… tomar um bom Chianti e …

… contar carneirinhos em italiano.

Uno, due, tre, zzzzzzz.

Arrivederci.

Acompanhe o primeiro dia desta epopéia:
giorno uno – Itália – Toscana, amore mio ou o inicio duma bela jornada!

.

 

dcpv – dia quattordici – itália – toscana – visitando o castello di ama e o piccolo inhotim novamente.

04/08/2016

Dia quattordici – Itália – Toscana Visitando o Castello di Ama e o piccolo Inhotim novamente.

Nós já estivemos no Castello di Ama em 2013.

E nos obrigamos a retornar.

Porque realmente vale a pena.

É uma visita à vinícola totalmente diferenciada e interessantíssima.

Bom, acordamos cedo, tomamos o café da manhã no hotel e …

… rumamos pra Gaiole in Chianti.

É lá que fica o Castello di Ama.

Foi quase 1,5 hs dirigindo …

… mas só o prazer de desfrutar da paisagem toscana (e da companhia), já ameniza tudo.

Chegamos no horário e …

… a nossa guia já estava nos esperando.

O tour vinícola é bacana, mas nada além do esperado (né, Re?).

Já o tour artístico é espetacular.

O dono da vinícola resolver instalar um monte de obras contemporâneas no espaço e …

… você acaba passando por todas elas.

Temos trabalhos do Anish Kapoor, da Louise Borgeaus, do Chen Zhen e de mais um montão de artistas renomados.

Segue o fotoblog com as instalações:

Este do Anish Kapoor não é sobre o eclipse! 🙂

É claro que a degustação final foi especial.

Enfim, uma visita ao Castello di Ama torna-se obrigatória quando se está na Toscana.

E será mais ainda, se você fizer uma reserva no seu restaurante.

A comida é caseira (que beleza!) e com um ótimo preço.

Como entrada, a Lourdes e eu pedimos pappa al pomodoro.

O Eymard escolheu uma torta de pecorino.

A entrada da Dé, a pepperonatta, veio junto com o principal dela, polpetinni.

O Eymard e eu pedimos lasanha.

Já a Lourdes foi de tortelli com ragu bianco.

O vinho foi delicioso; pedimos o Vigneto La Casuccia 2011 da casa que era simplesmente uma beleza.

Dali, fomos pra Greve in Chianti, pois queríamos visitar a Antica Macelleria Falorni.

Este estabelecimento é muito antigo mesmo e …

… é especialista em frios.

É praticamente impossível passar por lá sem comprar …

… ou experimentar várias coisas.

Subimos um pouquinho e fomos conhecer uma cidadezinha pequena (?), pacata e bem bonitinha.

Ela se chama Montefioralle.

A sensação que se tem nesse lugar é que o tempo não passa, ou passa rápido demais! Rs

Aproveitamos a proximidade pra conhecer a Badia a Passignano (e dá-lhe Antinori).

Ela também é muito bonita e …

… certamente, poderia estar no Vale do Loire.

Fizemos o caminho de volta para o Castello Banfi com muita disposição e …

… já pensando no jantar.

Que seria no restaurante do hotel do Ferragamo, o Castiglion del Bosco.

Optamos por comer na Il Canônica que é um pouco menos luxuoso que o restaurante estrelado.

Acontece que tivemos um superproblema com o GPS (a Fiorina) e quase não chegamos a tempo, tamanho o lugar estranho que ele nos enfiou.

Foi uma verdadeira aventura com o piloto Eymard barbarizando ao volante.

De qualquer forma, voamos, chegamos e ficamos felizes pela acolhida.

Como não estávamos com fome, pedimos o básico.

A Lourdes, o Eymard e a Dé foram de bacalhau. E estava muito bom.

A particularidade é que a comida era a mesma, mas os pratos cerâmicos eram diferentes.

Muito diferentes e belos.

Eu inventei um pouco e pedi um purê, quase uma sopa de feijões brancos com polvo e camarão. Também estava muito bom.

Tomamos dois vinhos brancos e pronto.

Estávamos liberados pra dormir o sono dos justos e numa cama mais do que confortável.

Sem contar o tremendo céu estrelado que a Toscana nos mostrou.

Arrivederci…

… e até próxima, Itália.

.

dcpv – dia tredici – itália – toscana – sob o por do sol da mesma.

03/08/2016

Dia tredici – Itália – ToscanaSob o por do sol da mesma.

É, este lado da Toscana, mais perto de Montalcino é muito particular.

A maioria das cidades são muito bonitas e …

… as estradas são demais.

A cada momento e …

… em cada curva, você vê aquelas paisagens de calendário.

Acordamos até que tarde (aqui tudo funciona mais tarde),…

… tomamos uma lauto café da manhã e …

… zarpamos para Montepulciano.

Cerca de uma hora depois, estávamos lá.

E tudo foi muito divertido.

Começa que a cidade é uma verdadeira pirambeira.

Pra você chegar até a Piazza Central …

… tem que andar muito.

E é tudo subida!

Mas vale a pena, …

… já que cada beco é um colírio.

Após nos divertirmos muito e …

… apesar do calor …

… retornamos pra passar numa cidadezinha quase off no circuito Toscano.

Ele se chama San Quirico d’Orcia.

E é, pra variar, lindíssima.

Pequena e charmosa, …

… vale a pena ficar ali tomando um vinho da casa e …

… ver o tempo passar.

Como estava no horário do almoço, resolvemos comer no restaurante duma vinícola próxima.

E a escolhida foi a Fattoria dei Barbi, em Montalcino.

Não poderia ser melhor.

Pedimos bruschettas e Caprese como entrada.

Como principais, a Dé foi de fetuccini ao ragu, …

… o Eymard escolheu frango com ameixas …

… e eu e a Lourdes, sabiamente, experimentamos polpetinni que estavam divinos.

Tudo regado a um vinho branco, o único que a Barbi produz.

Fizemos umas comprinhas na loja e …

… fomos para o hotel, pois tínhamos marcado uma visita pra vinícola do próprio Castello Banfi.

Foi um passeio básico, pra quem está acostumado com este tipo de tour (né, Re? 🙂 ), …

… mas o mais interessante foi ver onde ficam guardadas as preciosidades, …

… os Brunellos Banfi.

Pra terminar o dia passeando, resolvemos tocar pra Montalcino.

Ela não é reconhecidamente uma cidade maravilhosamente bonita, …

… mas tem o seu charme e …

… a iluminação do sol se pondo ….

…. contribuiu muito pra isso.

Além do mais, fomos conhecer a Fortezza, …

…. onde fica uma Vinoteca muito especial.

Aproveitamos a oportunidade e testamos 5 tipos de Brunellos especiais.
Foi um voo e tanto.

Saímos de lá e …

… vimos o mais bonito por do sol Toscano até agora.

Tudo ficou super iluminado …

… e espetacular.

Restou jantar novamente no bom restaurante do hotel, o Castello Banfi, onde pulamos as entradas e …

… a Lourdes e a Dé pediram um risotto especial com cebolas, aceto e amêndoas , …

… o Eymard repetiu o prato de fritos do mar …

… e eu, um risoto de lulas, mexilhões e menta.

Tudo muito bom e acompanhado dum vermentino Banfi excelente.

Foi isso!

O dia foi comprido, muito divertido e …

… extraordinariamente lindo!

Arrivederci.

 

.

dia dodici – italia – toscana – um giro pela terra do pio II, pienza.

02/08/2016

Dia dodici – Itália – ToscanaUm giro pela terra do pio II, Pienza..

Dia de troca de hotel é dia perdido, certo?

Nem sempre.

Acordamos cedo pois tínhamos que ir pra Montalcino.

Melhor, iríamos para o Castello Banfi.

A expectativa era grande, apesar de já conhecermos o hotel quando de nossa outra viagem pra Toscana.

Foi um trajeto de 1,5 hora …

… em rodovias muito boas, …

… apesar de algumas obras e …

… perto do meio dia, chegamos.

Castello Banfi continua impactante.

Ah, jogamos com a possibilidade dos dois quartos estarem liberados, mas somente o nosso estava livre.

Era um quarto bastante grande e extremamente confortável.

Então, colocamos em ação o plano B.

É sempre bom ter um, né?

Resolvemos passear um pouco e revisitar Pienza.

Pra variar, o caminho é uma belezura e …

… você cansa de ver paisagens que são tipicamente toscanas.

Manja aquelas fotos de calendário?

Chegamos lá …

… vendo uma coisa inédita nesta viagem: chuva!

Caiu pouco, …

… mas o suficiente pra nos abrigarmos no primeiro restaurante aberto que vimos.

Era o Ristorante Il Rossellino.

Tudo bem que eles até relutaram pra nós atender, mas finalmente conseguimos. 🙂

E tudo foi muito bom.

Pedimos 3 entradas: uma de vários tipos de pecorino (Pienza é a terra deles), …

… outra de frios …

… e mais uma com uma tremenda salada de erva doce, o famoso finocchio.

Pra harmonizar e na terra deles, um Super Toscano do Biondi Santi.

Como principais, a Lourdes escolheu um gnocchi com molho de pecorino, …

… a Dé, um trofie com pesto, …

… o Eymard, um talharim com ragu, …

… e eu, um vero hambúrguer de Chianina.

Todos os pratos muito bons e que nos fizeram entender que dificilmente você erra na comida por aqui.

Aproveitamos o pós almoço (e o sol) pra dar uma volta por Pienza.

Esta cidade tem esse nome porque foi a cidade natal de um dos maiores papas do Renascimento, Pio II.

Ele tentou transformá-la numa espécie de centro de artes.

Mas conseguiu fazer com que fosse uma das poucas cidadezinhas planas …

… encantadoras e …

… fotogênicas da Toscana.

Esta vale o fotoblog:

Retornamos de lá e tínhamos uma reserva pra jantar no restaurante gastronômico do Banfi.

E ele tem o nível que se espera.

Optamos por não fazer o menu degustação e não nos arrependemos.

Cada casal pediu, como entrada, uma ótima mozzarella empanada.

Como principais, a Lourdes e a Dé pediram o mesmo prato, um rombo (o peixe!) com uma boa variação de frutos do mar.

Pra continuar no mesmo tema, eu e o Eymard fomos num misto de frutos do mar fritos que estavam demais.

Pra acompanhar tudo a altura, um Chardonnay Banfi 2015.

Olha, foi uma refeição daquelas inesquecíveis.

Assim como todo o cenário que o Banfi te proporciona.

Se de dia já é mágico, imagine a noite!

Arrivederci!

.

 

dcpv – dia undici – itália – toscana – cidades-paradoxo.

31/07/2016

Dia undici – ItáliaToscana – Cidades-paradoxo.

Hoje foi dia de reflexão.

Porque o paradoxo existiu desde o começo da manhã.

Visitaríamos uma cidade menor, outra maior (pelo menos fisicamente).

E ao mesmo tempo, ambas bonitas.

Acordamos um pouco mais tarde (chegamos às 2 da matina do show) e planejamos ir até uma cidadezinha que fica perto do hotel, mas que não conhecemos.

É Certaldo (a terra da cebola).

E é o lugar com aquela descrição manjada “típica, medieval e encravada na colina”.

Tudo bem que chegar ao topo, onde fica Certaldo Alto não é fácil.

Mas depois de idas e vindas, com um visual de tirar o fôlego, chegamos e não nos arrependemos.

O impacto visual é imenso.

Tudo parece como uma Disney real e …

… inclusive aproveitamos pra tomar alguns Aperol Spritz para dar um amainada no calor, que estava no limite do suportável.

Dali, zarpamos pruma cidade considerada grande, mas não menos bonita.

Esta se chama Volterra.

Ela é muito antiga e …

… totalmente medieval.

Como toda cidade da Toscana, você não pode circular de automóvel pelo seu centro histórico (fique de olho na placa com um círculo vermelho indicando zona de tráfego controlado).

Mas encontramos um estacionamento e chegamos a tempo de cumprir a nossa reserva para o almoço, que seria no restaurante Il Sacco Fiorentino.

Escolhemos almoçar no terraço, ….

… já que o sol continuava a pino.

Pedimos um ótimo vinho branco do Antinori e …

… resolvemos dividir duas saladas: uma de atum e …

… outra de muzzarellini com milho. Ambas perfeitas.

Como principais, a Lourdes pediu gnochette, …

… a Dé um tortellini …

… e eu e o Eymard, dividimos um pici ao calcio e pepe …

… e cinghiale, o famoso javali.

Estavam ótimos.

Como sobremesa, pedimos o biscoito representante desta região, o cantuccini acompanhado de vin santo.

Aproveitamos após o almoço, pra dar umas voltas por esta bonita cidade (que redundância) e …

… comprar algumas coisinhas, …

… além de ter o prazer de passear e …

… conversar sem ter um plano muito bem definido.

Flanar também é muito bom na Toscana!

Retornamos ao hotel e tínhamos uma reserva pra jantar no restaurante Bel Soggiorno.

Pra sorte nossa e por mais paradoxal que seja, ele fica na, talvez, mais bela cidade toscana (ufa, é difícil escolher).

San Gimignano é realmente bonita, …

… está sempre movimentada e …

… tem uma aura “particolare”.

Além do mais, a chamada Manhatan toscana, tem em suas torres representantes lídimas do seu charme.

Como estávamos sem muita fome, pedimos um burrata pra dividir pra nós quatro.

Enquanto isso escolhemos um vinho branco Vernaccia, típico da cidade, pra beber.

Como principais, a Lourdes continuou testando os risotos e desta vez foi um de funghi com açafrão.

A Dé pediu um bacalhau muito bom e estiloso.

O Eymard arriscou num galeto que estava bastante crocante e saboroso.

Eu acabei não me dando muito bem, pois o meu maialino (um porquinho) estava bastante gorduroso e com um sabor meio estranho.

Nos despedimos de “Sangimi” com um bom champanhe e …

… uma previsivel pannacota.

O restante foi caminharmos mais uma vez pela cidade e …

… perceber que, realmente, ela é imperdível pra quem está visitando esta região italiana (especialmente a sorveteria do Sr Dondoli).

Arrivederci.

.


É só inserir o seu email, clicar no botão "Seguir" e a cada novo post publicado aqui, você receberá uma mensagem com o link. É fácil, qualquer criança brinca, qualquer criança se diverte! :)

Junte-se a 652 outros assinantes

Comentários

Blog Stats

  • 1.473.104 hits
janeiro 2026
S T Q Q S S D
 1234
567891011
12131415161718
19202122232425
262728293031  

Arquivos


Crie um site como este com o WordPress.com
Comece agora