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Toda vez que eu penso naquela história de que a Dona Florinda (a atriz na vida real) era mulher do Quico (o ator na vida real) e trocou este pelo Chavez (o ator na vida real), eu escrevo na minha cabeça, automaticamente, a frase: “Tá aí a prova de que mulher gosta é do dono da grana, e não de beleza”. Automaticamente eu percebo que a minha frase não tem sentido porque o Quico (o ator na vida real) é feio pra caralho. Não consigo ir direto para a segunda parte deste pensamento, não importa quantas vezes eu o tenha: preciso seguir esta sequência de forma metódica. Talvez para ter certeza de que estou estereotipando e denegrindo as mulheres. Claro.
Sempre lembrando que a Dona Florinda (a atriz) já foi assim, ou seja, a melhor coisa que o México já fez pela gente até a chegada à vida adulta da Maria Joaquina e, claro, a parceria México-EUA na formação do Brujeria.
